quarta-feira, 31 de agosto de 2011

UM POUCO DE BESTEIROL

A cabine telefônica portátil pode ser utilizada em qualquer lugar.
Manta protege seu monitor de olhares curiosos
O Squirrel Twirl joga longe os esquilos que tentam roubar a comida dos passarinhos.
Um hub e pendrives em forma de comida para decorar seu ambiente de trabalho
Compre um e leve dois: uma mesa e um relógio
A manta também foi adaptada para dispositivos portáteis

domingo, 21 de agosto de 2011




"Nunca coloque um ponto de interrogação onde Deus já colocou um ponto final."

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

ACABE COM O MAU CHEIRO



Quem é dona de casa sabe o quanto é desagradável o cheiro que fica na cozinha após fritar um bife ou peixe... Por mais que você limpe o fogão, a pia e o chão, o odor não sai de jeito nenhum. Para resolver essa e outras situações sai e deixar sua cozinha limpa e perfumada, siga as dicas: 

Fritura: 
- Junte numa panela um pouco de água, uma laranja picada com casca, e alguns cravos-da-índia. Deixe essa mistura ferver enquanto você faz a fritura. 
- Outra opção é ferver água com manjericão ou hortelã por 15 minutos. Em seguida, desligue o fogo e deixe a mistura sob o fogão para exalar o perfume. 

Verduras cozidas: 
Couve-flor, brócolis e repolho exalam um cheiro muito forte enquanto cozinham. Para evitar o problema, acrescente um pedaço de pão francês ou de fôrma à panela durante o cozimento. 

Vasilhas e potes plásticos:
Para tirar o cheiro forte desses recipientes, prepare uma solução com 1 xícara (café) de cloro misturada com 5 litros de água. Mergulhe-os nessa mistura por algumas horas. Em seguida, lave-os com uma esponja macia e sabão neutro. 

Panela queimada:
Junte na panela 2 colheres (sopa) de sal para 1 litro de água e um pouco de detergente. Leve ao fogo e deixe-a ferver por alguns minutos. Por fim, lave-a normalmente. 

Micro-ondas:
Aqueça, em potência máxima, por 5 minutos, uma vasilha com ½ litro de água e algumas rodelas de limão. Ótima solução para dar fim ao cheiro de pipoca e outros alimentos preparados no aparelho. 

Geladeira: 
Num pote sem tampa, coloque um chumaço de algodão embebido em essência de baunilha. Ou, se preferir, envolva um pedaço de carvão em papel absorvente ou filtro de café. Outra dica é colocar um pires com pó de café e ½ limão em uma das prateleiras do eletrodoméstico. 

Mãos:
Se a fonte do odor é a cebola ou o alho, esfregue um pouco de pasta de dentes nas mãos e enxágue-as. Outra solução é esfregá-las em ½ limão e, por fim, lavá-las com sabonete comum. Mas se suas mãos ficaram com cheiro de peixe, lave-as com vinagre e, em seguida, esfregue um punhado de pó de café. Para finalizar, lave com sabonete. 

Ralo da pia:
Faça uma solução com 1 litro de água quente e 1 xícara (chá) de bicarbonato de sódio e jogue-a no ralo. A mistura acaba com a gordura acumulada no cano, que exala o cheiro ruim.

    quinta-feira, 18 de agosto de 2011

    É LOUCURA



     Odiar todas as rosas
      Porque uma te espetou...
     
      Entregar todos os teus sonhos
      Porque um deles não se realizou
     
      Perder a fé em todas as orações
      Porque numa não foste atendido
     
      Desistir de todos os esforços
      Porque um deles fracassou
     
      Condenar todas as amizades
      Porque uma te traiu...
     
      Descrer de todo amor
      Porque um deles te foi infiel.
     
      Jogar fora todas as chances de ser feliz
      Porque uma tentativa não deu certo.
     
      Espero que na tua caminhada
      Não cometa estas loucuras
      Lembrando que sempre

    Há uma outra chance...
      Uma outra amizade
      Um outro amor
      Uma nova força
      É só ser perseverante e
      Procurar ser mais feliz a cada dia
      A glória não consiste em
     
      Jamais cair, mas sim de erguer-se toda vez que for necessário!
    *repasso este lindo texto, sem dar o devido crédito ao autor por não ter assinatura

    quarta-feira, 17 de agosto de 2011

    O TESTAMENTO DO MENDIGO

                                                                         Pintor Carlos Reis
    Agora, no fim da vida
    Como mendigo que sou,
    Me sinto preocupado,
    Intrigado e num momento
    Me pergunto, embaraçado,
    Se faço ou não testamento.

    Não tendo, como não tenho
    E nunca tive ninguém,
    Pra quem é que eu vou deixar
    Tudo o que eu tenho:
    os meus bens?

    Pra quem é que vou deixar,
    Se fizer um testamento,
    Minhas calças remendadas,
    O meu céu, minhas estrelas,
    Que não me canso de vê-las
    Quando ao relento deitado
    Deixo o olhar perdido,
    Distante, no firmamento?

    Se eu fizer um testamento
    Pra quem é que vou deixar
    Minha camisa rasgada,
    As águas dos rios, dos lagos,
    Águas correntes, paradas,
    Onde às vezes tomo banho?

    Pra quem é que vou deixar,
    Se fizer um testamento,
    Vaga-lumes que em rebanhos
    Cercam meu corpo de noite,
    Quando o verão é chegado?

    Se eu fizer um testamento
    Pra quem vou deixar,
    Mendigo assim como sou,
    Todo o ouro que me dá
    O sol que vejo nascer
    Quando acordo na alvorada?
    O sol que seca meu corpo
    Que o orvalho da madrugada
    Com sua carícia molhou?

    Pra quem é que vou deixar,
    Se fizer um testamento,
    Os meus bandos de pardais,
    Que ao entardecer, nas árvores,
    Brincando de esconde-esconde,
    Procuram se divertir?
    Pra quem é que eu vou deixar
    Estas folhas de jornais
    Que uso para me cobrir?

    Se eu fizer um testamento
    Pra quem é que eu vou deixar
    Meu chapéu todo amassado
    Onde escuto o tilintar
    Das moedas que me dão,
    Os que têm a alma boa,
    Os que têm bom coração?

    E antes que a vida me largue,
    Pra quem é que eu vou deixar
    O grande estoque que tenho
    Das palavras "Deus lhe pague"?

    Pra quem é que eu vou deixar,
    Se fizer um testamento,
    Todas as folhas de outono
    Que trazidas pelo vento
    Vêm meus pés atapetar?

    Se eu fizer um testamento
    Pra quem é que vou deixar
    Minhas sandálias furadas,
    Que pisaram mil caminhos,
    Cheias dos pós das estradas,
    Estradas por onde andei
    Em andanças vagabundas?
    Pra quem é que eu vou deixar
    Minhas saudades profundas
    Dos sonhos que não sonhei?

    Pra quem eu vou deixar,
    Se fizer um testamento,
    Os bancos dos meus jardins,
    Onde durmo e onde acordo
    Entre rosas e jasmins?
    Pra quem é que vou deixar,
    Todos os raios de luar
    Que beijam minhas mãos
    Quando num canto de rua
    Eu as ergo em oração?

    Se eu fizer um testamento
    Pra quem é que vou deixar
    Meu cajado, meu farnel,
    e a marca deste beijo
    Que uma criança deixou
    Em meu rosto perguntando
    se eu era Papai Noel?

    Pra quem é que eu vou deixar,
    Se fizer um testamento,
    Este pedaço de trapo
    Que no lixo eu encontrei
    que transformei em lenço
    Para enxugar minhas lágrimas
    quando fingi que chorei?

    Se eu fizer um testamento...
    Testamento não farei!
    Sem nenhum papel passado,
    Que papéis eu não ligo,
    Agora estou resolvido:
    O que tenho deixarei,
    Na situação em que estou,
    Pra qualquer outro mendigo,
    Rogando a Deus que o faça,
    Depois que eu tiver morrido,
    Ser tão feliz quanto eu sou.

    Urbano Reis

    (Este testamento foi transcrito em uma revista. Foi feito por um mendigo. Ele não tinha nada material para transmitir a alguém, mas sente-se feliz em deixar muitas coisas que o dinheiro não compra.)

    terça-feira, 16 de agosto de 2011

    COMEÇO, MEIO E FIM



    A vida tem sons que pra gente ouvir
    Precisa entender que um amor de verdade
    É feito canção, qualquer coisa assim,
    Que tem seu começo, seu meio e seu fim
    A vida tem sons que pra gente ouvir
    Precisa aprender a começar de novo.
    É como tocar o mesmo violão
    E nele compor uma nova canção
    Que fale de amor
    Que faça chorar
    Que toque mais forte
    Esse meu coração
    Ah! Coração!
    Se apronta pra recomeçar.
    Ah! Coração!
    Esquece esse medo de amar de novo.
    Composição: Tavito - Ney Azambuja - Paulo Sérgio Valle

    VOLTA AO COMEÇO



    Todo caminho tem, tem ida e volta
    E um coração, alguém que já amou
    Um campeão se mostra na derrota, na força pra lutar quando já cansou
    O quarto ainda é frio e a cama queima
    Só de lembrar quem nela se deitou
    Minha história é essa, esse é o problema
    A ferro e a fogo o amor marca deixou
    Toda saída tem a sua porta
    O que se faz aqui se vê depois
    A faca é cega, mas ainda corta
    Quem disse o que já era ainda não foi
    Estou morrendo aos poucos, esse é o preço
    De amar quem nunca teve tal valor
    Um dia ainda volto ao começo
    E apago então as marcas desse amor
    O quarto é frio e a cama ainda queima
    Só de lembrar quem nela se deitou
    Minha história é essa, esse é o problema
    A ferro e a fogo o amor marca deixou
    Um dia ainda volto ao começo
    E apago então as marcas desse amor...
    Composição: Fábio Jr.

    quinta-feira, 11 de agosto de 2011

    AOS MEUS AMADOS!!!



    Aos Meus Filhos
    Foi Deus que num momento lindo
    Me deu vocês
    Presente que se tem na vida só uma vez
    Pequenos laços de ternura e encanto
    Razão de toda inspiração do meu canto
    Tesouros que nenhum valor
    Poderá comprar

    Eu lembro dos primeiros passos
    De cada um
    E da primeira gargalhada de cada um
    Das noites que choravam sem parar
    Sentido uma dorzinha sem saber falar
    E a gente orava
    E o pai do céu fazia a dor passar

    O tempo passou tão depressa
    Vocês cresceram demais
    E em pouco tempo vão aprender
    As lições que a vida traz

    Se por acaso alguma dor a vida lhes fizer amargar
    De novo agente vai orar e o pai do céu faz a dor passar

    Música de Sérgio Lopes.



    Alcancei o prazer de viver, na felicidade dos meus amados filhos.
    Com paixão espero protegê-los de todas as iminências e desejo florir suas vidas com valores que lhes darão novo ritmo, tornando-os sempre produtivos.
    Ângela Guedes

    terça-feira, 9 de agosto de 2011

    ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS



    “Estou tão confusa e cansada de ficar aqui sozinha”

    Diz Alice desabando em lagrimas. (...)
    Só então, depois de muito chorar, ela percebe que as pequenas luvas do coelho serviam em suas mãos.

    "Não pode ser eu devo estar encolhendo novamente".(...)

    Alice pensa que finalmente poderá passar pela pequena porta, mas percebe que a porta esta trancada e chave dourada que abre a porta ficou em cima da mesa de vidro, e ela agora eh pequena demais para alcançar a chave (...)

    "Eu nunca fui tão pequenina assim, NUNCA, e posso declarar que é muito ruim, MUITO RUIM"

    Alice escorrega no que parecia uma poça d'agua e de repente "splash" cai de cara na água salgada, que ela pensa ser o mar (...) Alice se bate tentando não se afogar e só então ela percebe que não esta no mar, e sim num lago formado por suas próprias lagrimas, que chorou enquanto estava grande.

    "Ah! Eu como eu gostaria de não ter chorado tanto assim..." "Talvez esse agora seja meu castigo, morrer afogada em minhas próprias lagrimas" "Seria justo? Que estranho tudo isso, que estranho" "Mas enfim, tudo hoje tem sido realmente muito estranho..."
    ---
    Quantas vezes desejei, como Alice, ter chorado menos, ao me ver me afogando em minhas próprias lagrimas, mas... O que mais se pode fazer quando se esta cansada, com medo e confusa?

    Trecho de Alice no Pais das Maravilhas, tradução livre by myself.


    Peguei esse texto do blog (http://aleb.eu/). Fica aqui meus parabéns porque o texto é maravilhoso e adorei seu comentário.


    segunda-feira, 8 de agosto de 2011

    QUEM MORRE?



    Morre lentamente
    quem se transforma em escravo do hábito,
    repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
    Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
    Morre lentamente
    quem faz da televisão o seu guru.
    Morre lentamente
    quem evita uma paixão,
    quem prefere o negro sobre o branco
    e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
    justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
    sorrisos dos bocejos,
    corações aos tropeços e sentimentos.
    Morre lentamente
    quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
    quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
    quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
    fugir dos conselhos sensatos.
    Morre lentamente
    quem não viaja,
    quem não lê,
    quem não ouve música,
    quem não encontra graça em si mesmo.
    Morre lentamente
    quem destrói o seu amor-próprio,
    quem não se deixa ajudar.
    Morre lentamente,
    quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
    ou da chuva incessante.
    Morre lentamente,
    quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
    não pergunta sobre um assunto que desconhece
    ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

    Evitemos a morte em doses suaves,
    recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
    que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
    um estágio esplêndido de felicidade.
    Martha Medeiros

    quarta-feira, 3 de agosto de 2011

    O AMOR LIBERA, NÃO ENCARCERA.



    O amor deveria ser uma força para nos ajudar a expandir nossa vida e fazer emergir nosso potencial com nova vitalidade. Mas, ainda que isto seja o ideal, muito freqüentemente perdemos a objetividade ao nos apaixonar. 
    No entanto, há perguntas que valem a pena fazer:
    "Essa pessoa me inspira desejos de trabalhar mais e melhor ou me distrai do que tenho que fazer? 
    Sua presença me estimula a redobrar a dedicação a minhas atividades, a ser uma pessoa melhor? 
    Ou esta pessoa se converteu no centro de minha vida e tende a obscurecer todo o resto?"
    Muitas vezes, em nome do amor, sacrificamos nosso próprio crescimento e nossas capacidades, porém, dessa forma, jamais haverá uma felicidade que resulte convincente e satisfatória.
    "Embaixador da Paz" Daisaku Ikeda