sábado, 18 de fevereiro de 2012

OUTRA UMA FÁBULA MODERNA!



                                                                             foto da net

Um famoso político brasileiro estava a bordo de um avião, indo de São  Paulo para Brasília. Ao seu lado, notou um garoto de uns 10 anos, de óculos, com ar sério e compenetrado. Assim que o avião decolou, o garoto abriu um livro, mas o político puxou conversa:

- "Ouvi dizer que o voo fica mais curto se a gente conversa com o passageiro ao lado. Gostaria de conversar comigo?"

O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:

- "Talvez seja interessante. Que tema o Sr. gostaria de discutir?"

- "Ah, que tal política? Você acha que devemos reeleger o presidente ou dar uma chance a outro?"

O garoto suspirou e replicou:

- "Pode ser um bom tema, mas antes preciso lhe fazer uma pergunta"..

- "Então manda!", encorajou o Político.

- "Cavalos, vacas e cabritos comem a mesma coisa, capim, grama, ervas, concorda?"

- "Sim", disse o político...

- "No entanto, cabritos excretam bolinhas, vacas largam placas de esterco e os cavalos grandes pelotas...

Qual é a razão para isto?"

O político pensou por alguns instantes, mas confessou que não sabia resposta

O garoto concluiu:

- "Então como o senhor se sente qualificado para discutir quem deve governar o Brasil, se não entende de bosta nenhuma?"

E durante o resto da viagem não trocaram mais uma palavra sequer...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

UMA FÁBULA MODERNA!







O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora. 
No dia seguinte, ao abrir a barbearia,
havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora. 
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque 
estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.

"QUEM AMA, LIBERTA!"





Conta uma antiga lenda chinesa que certo dia o Imperador, passeando pelos jardins do palácio, ouviu cantar um rouxinol. E era tão lindo o seu canto, que as cores pareciam tornar-se mais vivas e o mundo mais belo.

Encantado, determinou que o pássaro fosse capturado e levado ao palácio, para que pudesse ouvi-lo cantar em todas as horas do dia; e que os mais hábeis artesãos recebessem os metais mais preciosos e as gemas mais raras, para que pudessem construir a mais rica gaiola que já se viu neste mundo.

Assim se fez. E ao pássaro extraordinário foi reservado um local de honra no palácio, onde a esmerada iluminação fazia refulgir todo o esplendor da magnífica gaiola.

Entretanto, o rouxinol definhava a cada dia. As suas penas, antes brilhantes e vistosas, tornaram-se opacas e nunca mais se ouviu o seu canto. Em vão, ordenou o Imperador que lhe fossem trazidos os mais atraentes e saborosos petiscos, que com as próprias mãos ofertava ao pássaro amado.

Um dia, o rouxinol fugiu. E nem todos os emissários do império, enviados pela China inteira, foram capazes de encontrá-lo novamente.

Então a tristeza dominou o Imperador, minando as suas forças. E em pouco tempo viu-se o poderoso regente preso ao leito, dominado por misteriosa e persistente doença, contra a qual de nada adiantavam os remédios receitados pelos maiores médicos do mundo, que para curá-lo foram chamados.

E veio uma madrugada em que, em meio ao delírio da febre, julgou o Imperador ver ao pé de seu leito o rouxinol. Queixou-se, desvairado:

- Ingrato, eis que te dei tudo de mim! Dei-te a gaiola mais rica que jamais existiu, o melhor lugar do palácio e até mesmo os melhores petiscos do mundo, com as minhas próprias mãos! Eu te amava e mesmo assim me abandonaste!

Respondeu-lhe o rouxinol:

- Dizes que me amavas... e mesmo assim era mais importante a tua vaidade. Para que todos pudessem ver e ouvir o pássaro maravilhoso que possuías, me encerraste em uma gaiola, ao teu lado, privando-me de tudo que eu mesmo amava.

Julgas, acaso, que a gaiola mais rica possa substituir a beleza e a imensidão do céu? Ou que os esplendores do palácio me sejam mais agradáveis que voar livre entre as flores, vendo a sua beleza e respirando o seu aroma, sentindo o calor do sol e o orvalho fresco da manhã?

Certo é que me alimentaste com as tuas mãos e que para mim procuraste os petiscos que melhores julgavas. Mas como podes acreditar que me fossem mais saborosos que os alimentos por mim mesmo escolhidos e por meu próprio bico colhidos?

Porém, não me cabe julgar-te. Sei que é assim entre os homens; o que chamais amor não é senão a satisfação das vossas vontades. Em nome do que dizeis sentir, buscais acorrentar a vós aquele que jurais amar; e não acreditais que alguém vos ame, a menos que se curve a vossos desejos, esquecendo as suas próprias necessidades. O que chamais “dor de amor” é, na verdade, o vosso egoísmo contrariado.

Deixa-me, apenas, mostrar-te o que é o amor. Porque, embora os emissários que enviaste para capturar-me não me tenham encontrado, eu jamais me afastei de ti; escondi-me em um arbusto do jardim, de onde às vezes podia ver-te, sem que me visses. E renunciei ao canto, que me denunciaria, para desfrutar da liberdade.

Entretanto retorno, agora que precisas de mim. E apenas te peço que não tentes prender-me, ou o amor se perderia na revolta. É certo que não estarei contigo todo o tempo que quiseres, mas hás de ouvir-me sempre que me for possível. Deixa-me cantar para ti porque te amo, não porque assim o desejas!

Raiava o dia. E o Imperador, já melhor da febre que o castigara, julgou ouvir um som maravilhoso que se espalhava pelo quarto, trazendo de volta a alegria e as cores da vida. Abriu os olhos para a luz do amanhecer, como se os abrisse para a esperança.

No parapeito da janela, cantando como nunca, estava o rouxinol.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

QUE CONSELHO VOCÊ DARIA?

Ludwig van Beethoven - 1819

“Em uma Faculdade de medicina, certo professor propôs à classe a seguinte situação :

— Baseados nas circunstâncias que vou enumerar, que conselho dariam vocês a certa senhora, grávida do quinto filho? O marido sofre de sífilis e ela de tuberculose. Seu primeiro filho nasceu cego. O segundo morreu. O terceiro nasceu surdo. O quarto é tuberculoso e ela está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez. Que caminho aconselharia tomar?

Com base nestes fatos, a maioria dos alunos concordou em que o aborto seria a melhor alternativa.

O professor, então disse aos alunos:

— Os que disseram sim a idéia do aborto, saibam que acabaram de matar o grande compositor Ludwig Van Beethoven.

Grandes projetos, excelentes idéias, ás vezes são "abortadas " quando asa pessoas envolvidas se vêem diante de situações difíceis.

Tudo, para ser bem feito, leva tempo e exige perseverança, tenacidade e entusiasmo.”

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

DÁ UM ABRAÇO?


Imagem de Monika Helgesen

De repente, deu vontade de um abraço...
Uma vontade de entrelaço, de proximidade... De amizade, sei lá !
Talvez um aconchego amigo e meigo, que enfatize a vida e amenize as dores... Que fale sobre
os amores, seja afetuoso e ao mesmo tempo forte ...
Deu vontade, de poder ter saudade de um abraço.
Um abraço que eternize o tempo e preencha todo o espaço.
 
Mas que faça lembrar do carinho, que surge devagarinho, na magia da união dos corpos, das
auras, sei lá!
Lembrar do calor das mãos, acariciando as costas, a dizerem : - Estou aqui !
Lembrar do enlaçar dos braços, envolventes e seguros, afirmando : - Estou com você !
Lembrar da transfusão de força, ou até da suavidade do momento, sei lá.
 Então, pensei em como chamar esse abraço: abraço poesia, abraço força, abraço união, abraço suavidade, abraço consolo e compreensão, abraço segurança e justiça, abraço verdade, abraço  cumplicidade?

Mas o que importa é a magia desse abraço, a fusão de energias que harmoniza, integra o todo
e se traduz no cosmos, no tempo e no espaço...
Só sei que agora, deu vontade desse abraço:
Um abraço que desate os nós, transformando-os em envolventes laços...
Que sirva de "colo", afastando toda e qualquer angústia...
Que desperte a lágrima de alegria e acalme o coração...
Um abraço que traduza a amizade, o amor e a emoção.
E para um abraço assim, só consegui pensar em você .
Nessa sua energia, nessa sua sensibilidade, que sabe entender o porquê dessa minha vontade.
 
Pois então:
- Dá logo esse abraço!!!

Citando TrovadorPR.



Pintura de Rodrigo Giraldi


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

HOJE É DIA DE IEMANJÁ!




A mais famosa festa de Iemanjá é comemorada no dia 2 de fevereiro, na Praia do Rio Vermelho, Salvador, Bahia.
Neste dia, uma multidão das mais diversas religiões, participa da festa em homenagem à mãe de todos os orixás, incluindo adeptos do Candomblé e da Umbanda.
Também é festejado neste dia (devido ao sincretismo), a festa de Nossa Senhora dos Navegantes (ou Candeias).
"A festa originou-se em 1920 por iniciativa de uma colônia de pescadores. Como estavam passando por dificuldades na pescaria, pediram ajuda espiritual a uma mãe de santo.
Como o resultado foi positivo, decidiram realizar a festa todos os anos, para garantir a abundância da pescaria".

Oração à Iemanjá

“Oh! Iemanjá, sereia do mar. Canto doce, acalanto dos aflitos.
Mãe do mundo tenha piedade de nós.
Benditas são as benções que vem do teu Reino.
Meu coração e minha Alma se abrem para receber as bênçãos de Iemanjá.
Mãe que protege, que sustenta, que leva embora toda dor.
Mãe dos Orixás, Mãe que cuida e zela pelos seus filhos e os filhos
de seus filhos.
Iemanjá, tua Luz norteia meus pensamentos e tuas águas
lavam minha cabeça.”

PROVÉRBIO