segunda-feira, 21 de maio de 2007

O Mouro Otelo


"Os ciumentos não precisam de causa para o ciúme: têm ciúme, nada mais. O ciúme é monstro que se gera em si mesmo e de si nasce".

- Ato III - Cena IV: Emília

O mouro Otelo, homem destemido e grande guerreiro, casado com a bela e jovem Desdêmona, torna-se governador e nomeia o Tenente Cássio como seu auxiliar principal, provocando assim a inveja de Lago, homem cínico que almejava o cargo. Para se vingar, Lago passa a envenenar Otelo com suas palavras, insinuando que a esposa e o Tenente o traem. Revelando toda a sua obscuridade da alma humana movida pela sede de vingança, Shakespeare mais uma vez nos surpreende e nos faz mergulhar nas profudenzas do comportamento humano.
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