quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O AMOR LIBERA, NÃO ENCARCERA.



O amor deveria ser uma força para nos ajudar a expandir nossa vida e fazer emergir nosso potencial com nova vitalidade. Mas, ainda que isto seja o ideal, muito freqüentemente perdemos a objetividade ao nos apaixonar. 
No entanto, há perguntas que valem a pena fazer:
"Essa pessoa me inspira desejos de trabalhar mais e melhor ou me distrai do que tenho que fazer? 
Sua presença me estimula a redobrar a dedicação a minhas atividades, a ser uma pessoa melhor? 
Ou esta pessoa se converteu no centro de minha vida e tende a obscurecer todo o resto?"
Muitas vezes, em nome do amor, sacrificamos nosso próprio crescimento e nossas capacidades, porém, dessa forma, jamais haverá uma felicidade que resulte convincente e satisfatória.
"Embaixador da Paz" Daisaku Ikeda

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