terça-feira, 7 de julho de 2009

ACIMA DE TUDO O AMOR













“Ainda que eu fale as línguas dos homens

e dos anjos, se não tiver amor,

serei como o bronze que soa ou como

o címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o Dom de profetizar

e conheça todos os mistérios e toda a ciência,

ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto

de transportar montanhas,

se não tiver amor, nada serei.



E ainda que eu distribua todos os

meus bens entre os pobres

e ainda que entregue o meu próprio

corpo para ser queimado,

se não tiver amor,

nada disso me aproveitará.



O amor é paciente, é benigno,

O amor não arde em ciúmes,

não se ufana, não se ensoberbece,

não se conduz inconvinientemente,

não procura os seus interesses,

não se exaspera,

não se ressente do mal;

não se alegra com a injustiça,

mas regozija-se com a verdade.

tudo sofre, tudo crê, tudo espera,

tudo suporta.



O amor jamais acaba.

Mas, havendo profecias, desaparecerão;

havendo línguas, cessarão;

havendo ciência, passará.

Porque em parte conhecemos,

e em parte profetizamos.

Quando, porém, vier o que é perfeito,

o que então é em parte será aniquilado.



Quando eu era menino, falava como um

menino, sentia como um menino.

Quando cheguei a ser homem,

desisti das coisas próprias de menino.

Porque agora vemos como em espelho,

obscuramente, e então veremos face a face;

agora conheço em parte e então,

conhecerei como sou conhecido.



Agora, pois, permanecem a Fé,

a Esperança e o Amor.

Estes três.

Porém, o maior deles, é o Amor.”

Carta de S. Paulo aos Coríntios: 1 Cor 13, 1-13


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